Hematoxilina de Harris 500ml - Laborclin

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Hematoxilina Harris - Fr.500ml | FR 500mL - Laborclin

Finalidade: : Conjunto para coloração de Papanicolaou em materiais citológicos ou histológicos

A citopatologia é uma técnica de diagnóstico que examina células de vários locais do corpo para determinar a causa ou a natureza da doença. Os espécimes de células são processados em lâminas e examinados microscopicamente para o diagnóstico de câncer, condições pré-cancerosas, tumores benignos e algumas doenças infecciosas. As células para análise citopatológica podem ser obtidas a partir de esfregaços, raspados, aspirações e centrifugação de líquidos para detecção de alterações celulares. O primeiro teste de citopatologia desenvolvido foi o teste de Papanicolau, conhecido também como colpocitologia oncótica ou citologia cervical. Essa técnica é a mais utilizada para rastreamento das lesões precursoras do câncer do colo do útero. A coloração de Papanicolau ou segundo Papanicolau é uma técnica de coloração multicromática desenvolvida por Geórgios Papanicolau, o "pai" da citopatologia. Esta técnica utiliza três soluções corantes: a Hematoxilina de Gill (substituída também pela Hematoxilina de Harris), OG-6 e EA-36 ou EA-65. É um sistema de coloração utilizado para células colhidas por raspagem em cavidades como a vagina, a mucosa bucal, etc, e fluidos com células a partir de derrames de outras cavidades. Deve ser apenas usada in vitro. O mecanismo pelos quais as células são coloridas ainda não é completamente entendido, mas são importantes duas hipóteses: a adsorção e as características de afinidades químicas na coloração. Em ambos os casos, a concentração dos corantes nas soluções e a forma iônica sob as quais se encontram são importantes. Considera-se que as estruturas celulares ácidas tendem a atrair cátions, tanto por adsorção como em reações químicas e as básicas com os radicais aniônicos dos corantes. O citoplasma, sendo formado por estruturas ácidas e básicas, atrairia combinações de corantes, enquanto o núcleo celular, possuindo ácidos nucléicos, seria predominantemente ácido. A hematoxilina no método reage com os ácidos nucléicos, resultando em uma coloração azulada nesta estrutura. O segundo corante empregado é o orange G, denominado na técnica de Papanicolau como OG-6. Com este corante ácido com dois grupamentos sulfônicos os esfregaços, nos citoplasmas presentes, são coloridos em seus componentes básicos. A etapa final é efetuada com uma de três variações de soluções corantes desenvolvidas por Papanicolau: EA-36, EA-50 e EA-65. A solução EA-50 tem sido abandonada, passando a ser aplicada apenas as colorações com EA-36 ou o EA-65. Estas soluções corantes apresentam formulações similares, apenas variando a concentração do corante Light Green. A concentração deste corante na solução EA-36 é o maior do que na solução corante EA-65 em 50%. Como o Light Green é um corante ácido, possuindo também dois radicais sulfônicos, se fixa predominantemente nos componentes básicos do citoplasma. O segundo corante presente nas soluções corantes EA-36 ou EA-65 é a Eosina amarelada, a qual é uma tetrabromo fluoresceína. Este corante tem como Finalidade: a coloração de grânulos oxifílicos do citoplasma, que têm alta afinidade por corantes ácidos. O uso dos corantes escarlate de Biebrich e pardo Bismark fica restrito à área da citologia, pois coram pouco as estruturas básicas do citoplasma e o resultado final da coloração passa a ser o produto conjunto destes corantes. No caso do escarlate de Biebrich, este possui certa afinidade pelas estruturas do núcleo, entretanto, torna-se pouco significativo quando usado conjuntamente com a hematoxilina. A coloração de Papanicolaou é considerada como padrão internacional de coloração cérvico-vaginal, podendo ser usada igualmente em outros materiais. No esfregaço cérvico-vaginal permite uma boa avaliação dos padrões inflamatórios, hormonais e oncológicos. Amostras: Tipos de Amostras: Amostras de material cérvico-vaginal em lâminas fixadas em álcool etílico 70-90%, isopropílico a 70-90% ou polietilenoglicol (este deve ser eliminado do esfregaço antes da coloração por meio de imersão em álcool etílico). O laboratório deve estabelecer critérios de coleta, rejeição e conservação das Amostras, conforme sua política da qualidade. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O PRODUTO: Princípio: O material fixado em lâmina é submetido a ação de uma série de diluições de etanol (absoluto até 70%), submetido a ação de um corante nuclear (Hematoxilina de Harris) posteriormente a ação de álcoois, e corantes citoplasmáticos (orange G e EA36) e finalmente a ação desidratante de álcool e xilol. Armazenamento e estabilidade: Para fins de transporte e armazenamento, o produto pode permanecer em temperatura ambiente. Recomenda-se manter o produto protegido de incidência direta de luz (natural ou artificial) e evitar grandes variações de temperatura até a utilização.

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